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                                     PARÓQUIA DE TÕES


 

Padre que exerceram paroquialidade nesta paróquia:

 

Nos anos de 1910 a 1926 – Padre José de Gouveia Cardoso Avelhas  

 

Nos anos de 1926 a 1936 – Padre Fausto Guedes Alvim 

 

Nos anos de 1936 a 1938 – Padre Alberto Duarte    

Nos anos de 1939 a 1953 – Padre Daniel de Figueiredo

 

 Nos anos de 1954 a 1959 – Padre Alberto Ferreira

 

Nos anos de 1959 a 1994 – Padre Manuel Cardoso de Gouveia Junior

 

Nos anos de 1995 a 2004 – Padre Alfredo da Silva Libório

 

Nos anos de 2004 a ……    - Padre Leontino Carvalho Alves


 ELEMENTOS HISTÓRICOS

Diz a tradição, com apoio de alguns sinais arqueológicos, que o assento primitivo da povoação se situou nas Cortinhas, declive da Fraga da Pena, não muito distante da capela da Sr.a da Guia.

Em 1527, Tões era um simples e humilde lugar com 30 moradores, pertencente à vila (e concelho) de Armamar, anexo da colegiada de S. Miguel de Armamar, pois, nesta altura, ainda não existia a paroquialidade (independente) de Santa Senhorinha de Tões.

O primitivo templo que a representava, Santa Maria, ter-se-á situado no referido lugar das Cortinhas, de que terá derivado o culto local à Sr.a da Guia. O pároco de Tões escrevia, em 1669, que havia neste lugar somente uma capela “dedicada à gloriosa Santa Senhorinha”, que é hoje a capela-maior da Igreja.

Na freguesia contam-se ainda as capelas de S.to António (reconstruída e que já existia no século XVIII) e a Sr.a da Guia, contruída, por voto antigo, pelos povos de Aldeias e Tões, nas proximidades do local onde hoje se encontra, já reconstruída (reconstrução esta que ocorreu em 1676, com a ajuda das mesmas localidades, por já se encontrar em ruínas, em 1660). O retábulo dourado da capela da Sr.a da Guia provém dessa reconstrução. Existe ainda a capela particular da Sr.a da Graça (Quinta da Lama Redonda).

Do património da freguesia faz ainda parte a Fonte Velha, datada de 1701, que já sofreu duas restaurações: uma em 1906 e outra restauração mais recente, por se encontrar “desfigurada” devido às obras do lavadouro público.

A freguesia é produtora de vinho, fruta (maçã) e batata. O trigo e o centeio foram culturas intensivas noutros tempos e o monte Raso o grande celeiro da freguesia e arredores.

A povoação é de tipo concentrado, distinguindo-se os lugares de Eirô, Bataréu, Rua da Fonte, Rua do Cabo, Figueiredo (antigamente Fundo de Vila), denominações da era medieval.  fonte: "Armamar - Terra e Gente"

Localização:

 


Postais da nossa igreja

  

 


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