Fotografias

Direcção no Auto de Consignação em Armamar Dr. João Cruz Sob-Director, Dr. Manuel João Director, Sr. Hernâni Almeida Presidente da Câmara de Armamar. Escola de Concertinas da Liga de Amigos Vice Presidente da Câmara de visita à obra II Sistema de AVAC nos corredores Reboco das paredes interiores Cópia de Futuras Instalações do Centro Social Paroquial S. João Baptista Cartaz do centro Reboco prejectado das paredes Acordo de Comparticipação financeira Presidente da Câmara, Director da segurança social de Viseu e Padre Leontino
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PARÓQUIA DE QUEIMADA

 

Padres que exerceram paroquialidade nesta paróquia:

 

Nos anos de 1911 a 1931 – Abbade Manoel Cardoso Junior  

Nos anos de 1931 a 1932 – Padre Germano Mendes Pinto

Nos anos de 1933 a 1935 – Padre Alberto Duarte    

Nos anos de 1935 a 1937 – Padre Rafael Rodrigues Morais

Nos anos de 1937 a 1959 – Padre Daniel de Figueiredo

Nos anos de 1959 a 1990 – Padre Alberto Ferreira

Nos anos de 1991 a 1996 – Padre José Filipe Ribeiro

Nos anos de 1997 a 2004 – Padre Alfredo da Silva Libório

Nos anos de 2004 a ……    - Padre Leontino de Carvalho Alves

 


 Postais da nossa igreja

 

 

 


ELEMENTOS HISTÓRICOS

Desde a Alta Idade Média, Queimada (com a vizinha Queimadela) fez parte da terra ou termo de Lamego, a cuja história andou ligada séculos fora, até mesmo quando a imaginação fantasiosa do monge-cronista, frei Bernardo de Brito, lhe atribuiu primeiro assento da cidade de Lamego “queimada” ou incendiada pelas legiões do imperador Trajano, em resposta à revolta dos moradores contra os pesados impostos dos dominadores do poderoso império.

Teremos então aqui fonte ou origem, ainda que lendária, da localidade. Queimada terá sido abrangida pelas disposições que regiam a cidade de Lamego e, mais tarde, o castelo da vila de Armamar. Em 1527 era lugar do termo da vila de Armamar, com 48 moradores. Lugar rústico, no sentido agrário.  Sabe-se, por documentos da época, que Egas Moniz teve sete casas em Queimada. A partir daí há um sem número de doações a nobres e mosteiros (séc. XIV) de terras (e outros bens ou privilégios) em Queimada.  

Provas ainda da importância de Queimada e do seu povoamento estável é a antiguidade da paróquia que já existia no século XIII, cujo padroado real permitia que fossem os moradores a apresentarem o abade ou pároco. É de salientar que, nessa altura, existiam apenas duas paróquias: S. Miguel do Castelo (de Armamar) e a de S. Pedro de Queimada.  Na taxação das igrejas do bispado de Lamego, principiada a 15 de Janeiro de 1321, a igreja de S. Pedro de Queimada foi taxada em 40 libras (entre valores que variavam de 10 a 9000 libras). A igreja paroquial, embora de gramática exterior muito simples, guarda no seu recheio preciosas talhas, destacando-se o altar-mor, cujo retábulo é dos mais trabalhados da região. A igreja, juntamente com as capelas do mártir S. Sebastião e de S. António, completa o espólio monumental religioso da paróquia.  

Também atingida pela saída de muitos habitantes para o estrangeiro, a paróquia vive essencialmente do sector primário. Possui terrenos com excelentes aptidões (vinho, fruta, batata e hortícolas), onde o cultivo de tabaco era dos mais enraizados no concelho. Queimada, situada entre zona montanhosa e vales de tranquilidade, permite aos seus visitantes magníficas paisagens e afável hospitalidade de quem aqui vive e labuta.       fonte: "Armamar - Terra e Gente"   

Localização:

 


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